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Logística de Distribuição: 3 dicas para aumentar sua eficiência

A logística de distribuição de mercadorias é um dos ramos do setor logístico que foca na estocagem e escoamento de produtos. Contudo, seu impacto vai muito além da área operacional, englobando também as atividades relacionadas ao planejamento da movimentação de cargas para garantir a satisfação dos clientes.

Seu objetivo, portanto, é abastecer os clientes dentro do prazo esperado e praticar preços de frete competitivos, garantindo que a empresa esteja sempre em evidência em sua área de atuação. Neste post, entenda como ela funciona e conheça dicas essenciais para aprimorar o processo:

As etapas da logística de distribuição

Para garantir um atendimento eficaz de todos os clientes, é preciso planejar as etapas que compõem o processo e possibilitam o atendimento da demanda. Conheça quais são elas:

Gestão de transportes

Em resumo, é o conjunto de decisões que o gestor deve tomar para viabilizar o processo de entrega. É mais vantajoso manter uma frota própria ou terceirizar o serviço? Qual é o modal de transporte mais ágil para concluir as entregas? Quais tarifas devem ser cobradas dos clientes pelos serviços prestados?

Esses são questionamentos relevantes que têm relação direta com a composição dos custos e com os resultados financeiros.

Conferência das cargas

Desde a entrada no armazém até o momento de embarque nos veículos, é preciso ter extremo cuidado ao manusear as embalagens. No ambiente do armazém, os acidentes que causam danos aos produtos devem prevenidos para evitar prejuízos e proteger a equipe.

Nesse contexto, a rastreabilidade dos materiais também se torna um aspecto importante, pois garante conferir se os pedidos e lotes estão sendo separados e embalados de acordo com as especificações dos clientes.

Controle de fretes

A etapa de controle de frete contempla as atividades relacionadas para garantir que o produto seja entregue no destino em perfeitas condições. Alguns exemplos de atividades relacionadas são:

  • expedição dos produtos;
  • monitoramento remoto da frota;
  • dimensionamento da carga de acordo com o veículo;
  • seleção do modal de transporte.

Roteirização de remessas

Um profissional de logística sabe como é importante construir um planejamento para o processo de entrega. Isso inclui a criação de um trajeto capaz de reduzir o tempo gasto para chegar até os destinatários e reduzir os custos.

A agilidade das entregas também possui relação direta com o nível de satisfação dos contratantes, o que justifica o investimento em programas de roteirização. Dessa forma, é possível atender mais clientes em menos tempo e minimizar o consumo de combustível da frota.

Análise de indicadores de desempenho

Avaliar os resultados por meio de métricas e relatórios é uma das etapas mais importantes da operação logística, pois permite identificar problemas e gargalos que comprometem a produtividade. Com isso, é o gestor que detém a responsabilidade de implementar soluções e garantir que os objetivos sejam alcançados.

3 dicas para tornar a logística mais eficiente

Para aprimorar o resultado do seu negócio, a implementação de mudanças simples podem ser vantajosas. Veja:

1. Invista em sistemas de gestão

As ferramentas informatizadas são mais do que fundamentais para garantir a assertividade das informações, automatizar tarefas e permitir uma gestão eficaz. Além disso, a automatização permite que os recursos humanos disponíveis sejam alocados para funções mais estratégicas em vez de meramente operacionais.

2. Controle o desempenho da área

É fato que, se uma empresa não mede o seu desempenho, ela fica impossibilitada de implementar melhorias. Por isso, o acompanhamento de indicadores de desempenho é ideal para fornecer uma visão tanto do ambiente interno como do mercado externo.

3. Aprimore o nível de serviço

A relação com os clientes e a imagem que a empresa projeta para o mercado têm profundo impacto nos resultados. Portanto, deve-se focar no atendimento de suas necessidades, bem como em todas as melhorias que possam garantir o bem-estar e o desenvolvimento dos colaboradores.

Atualmente, a logística de distribuição assume uma posição estratégica no mercado e exerce forte influência no resultado da economia. Por esse motivo, ela deve ser monitorada, avaliada e aprimorada frequentemente para garantir a sua melhoria contínua.

O gerenciamento logístico depende também da qualificação dos profissionais que compõem a equipe.

Fonte: https://www.bloglogistica.com.br/mercado/logistica-de-distribuicao-3-dicas-para-aumentar-sua-eficiencia/

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Tecnologia a favor da segurança nas estradas

Estamos em um novo patamar no mercado de transporte rodoviário de cargas no Brasil. Depois de anos muito críticos, hoje vemos um novo cenário, em função da tecnologia, cada vez mais surpreendente, além de movimentações como a regulamentação do setor, em função do Marco Regulatório no transporte de cargas, que tem como objetivo definir regras claras e aprimorar as normas para o segmento, ao mesmo tempo em que dificulta a atuação de empresas e caminhoneiros envolvidos em roubo de cargas.

Porém, mesmo com um olhar otimista para o futuro, não podemos deixar de olhar para o passado e presente. Assim, conseguimos fazer uma análise correta sobre a crescente importância do gerenciamento de riscos em um país com índices alarmantes de roubos e furtos de cargas.

Ao analisarmos o mercado, vemos que fatores como a crises política, a deficiência de nossas leis, desemprego, falta de ações ostensivas dos órgãos de segurança pública dentre outros influenciam no constante aumento de eventos envolvendo roubos de cargas nos transportes rodoviários. Inclusive, estudos apontam o Brasil entre os países mais perigosos do mundo para o transporte de cargas.

Dessa forma, a tecnologia é necessária e indispensável para o gerenciamento de riscos, pois por meio dela são geradas informações em tempo real que visam à segurança do motorista e da carga.

Ao aplicarmos o GR exclusivamente ao transporte de cargas, criamos um processo, que envolve toda a cadeia de movimentação, transporte, distribuição e armazenamento de cargas. São vários os procedimentos e normas que podem ser implementadas e definidas para um gerenciamento eficaz.

Para isso são elaborados Planos de Gerenciamento de Riscos de acordo com cada operação (por meio de Análises Situacionais, nas unidades do cliente) com ações de segurança nas estradas, perfis de condutores (baseados nos tipos de cargas, valores, rotas etc.), planejamento de viagens com locais próprios para paradas eventuais e/ou pernoites, homologação de postos, comitês de riscos periódicos com seguradoras, corretoras e empresas de tecnologia, propondo, implantando e monitorando ações de melhorias focadas na segurança dos processos, entre outras ações.

O constante aprimoramento dos processos, normas e procedimentos, aliados aos avanços tecnológicos são essenciais para manter o padrão de qualidade do gerenciamento de riscos. Entretanto, o investimento no capital humano é imprescindível para que todas essas ferramentas funcionem de forma harmônica para alcançar a excelência nos resultados.

Tendências de GR
Hoje e já para os próximos meses, existem várias ferramentas modernas que tornam o GR ainda mais eficiente. Entre elas está o uso do Big Data, ou seja, é possível ter um banco de dados extremamente potente, que permite mapeamento estratégico de áreas de risco, confecção de rotogramas, normatização das regras de GR, capacitação e gestão de pessoas.

Cito ainda o aumento do controle da frota e gestão das entregas, por meio de app de Monitoramento de carga via mobile, para veículos que não possuem equipamento de rastreamento instalado. Isso já vem acontecendo e se tornará ainda mais usual futuramente.

Outra tendência é a utilização de drones para análise situacional das operações, homologação de postos de combustíveis e pontos de descanso para motoristas e auxílio na recuperação de cargas. Cada vez mais veremos esses equipamentos trabalhando a favor da segurança nas estradas.

Nosso olhar é muito otimista para o futuro, pois com todas essas ferramentas e a força que o GR vem ganhando ultimamente, combateremos de forma estratégica e eficiente roubos e furtos de cargas em todo o Brasil.

Por Cyro Buonavoglia

FONTE: http://www.revistamundologistica.com.br/artigos/tecnologia-a-favor-da-seguranca-nas-estradas

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CONHEÇA OS 4 MAIORES DESAFIOS DA LOGÍSTICA E SAIBA COMO SUPERÁ-LOS

Inicialmente, a distribuição física de materiais era compreendida somente por seu papel operacional e de pouca repercussão na atividade empresarial. Porém, os empreendedores modernos já admitem que os desafios da logística são complexos e impactam diretamente toda a operação.

É papel do gestor, portanto, identificar e desenvolver formas de minimizar os riscos e obter melhores resultados para a empresa.

Para auxiliá-lo nessa demanda, dedicamos este espaço para abordar os maiores desafios trazidos pela logística e estratégias para superá-los. Continue acompanhando!

1. Segurança no transporte

Garantir que o processo de entrega seja concluído de maneira segura é primordial para o setor de transportes. Um dos principais problemas causados por acidentes e roubo de carga é o elevado prejuízo econômico, que afeta toda a cadeia de suprimentos.

Portanto, a conscientização e a prevenção minimizam os riscos desse tipo de empreendimento. É preciso se certificar de que os motoristas obedeçam à legislação de trânsito, evitem excesso de velocidade e não consumam bebidas alcoólicas.

Além disso, seguir viagem em condições desgastantes — como durante a chuva e no período da noite — estão entre as principais causas de acidentes.

A transportadora também pode desempenhar seu papel e assegurar que o veículo esteja em boas condições de trafegar e que não seja carregado com excesso de peso. Em último caso, é possível optar por adquirir apólices de seguro — tanto para a carga quanto para o veículo — e garantir o seu ressarcimento em caso de sinistro.

2. Infraestrutura das estradas

O crescente número de acidentes também constitui um dos principais desafios da logística e tem impacto tanto na conservação da frota como no atendimento dos prazos de entrega.

O transporte de cargas no Brasil utiliza, majoritariamente, o modal rodoviário, o que sujeita as empresas a lidar com os custos da falta de conservação da malha viária. Sua característica primária é a movimentação de cargas de diversos portes — desde produtos agrícolas até minério — para regiões distantes. Contudo, os obstáculos nas estradas aumentam na proporção de sua extensão.

Para lidar com esse problema, as empresas podem limitar seu raio de entrega, evitando, assim, trafegar por vias esburacadas e sem asfalto. As manutenções preventivascontribuem para deixar os veículos em condições de circular por mais tempo e preservá-los.

3. Mensuração do desempenho da operação

Embora o conceito de desempenho possa ser empregado em diversas atividades, o acompanhamento da atividade logística se destaca por sua relevância. A dificuldade em criar indicadores capazes de retratar o real comportamento da área acaba desestimulando os gestores.

Por outro lado, é necessário persistir e encontrar formas eficientes de mensurar as tarefas. Esse tipo de abordagem contribui para a identificação de problemas de natureza financeira, operacional e comercial, pois permite a criação de planos de ação correspondentes.

Os gestores devem ter consciência da necessidade de monitoramento e controle, por intermédio da medição dos fatores de prazos de entrega, custos e níveis de estoque.

4. Organização do espaço físico do estoque

O nível de eficiência obtido com a gestão do estoque tanto pode tornar essa área uma vantagem estratégica, como pode se converter em um obstáculo. A localização e organização dos materiais, a distribuição do espaço e o arranjo das prateleiras impactam no andamento do processo.

Remessas de pedidos incorretos ou incompletos, dificuldade no embarque e atrasos no envio das mercadorias são algumas das consequências observadas quando a administração não dedica atenção a essa atividade.

Para corrigir essa situação, o layout de armazenagem deve ser criado para assegurar a movimentação de carga, maquinários e funcionários de forma segura. Com isso, é possível aproveitar melhor o espaço, reduzir os custos de estocagem e atender aos requisitos de cada produto.

Os desafios da logística consomem importantes recursos financeiros e de pessoal, por isso, os gestores devem dedicar esforços para reduzir sua influência. Dessa forma, é possível melhorar o desempenho e aumentar a margem de lucratividade.

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FONTE: https://www.bloglogistica.com.br/mercado/conheca-os-4-maiores-desafios-da-logistica-e-saiba-como-supera-los/

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Emissão de carbono pode ser reduzida com o uso da telemetria

As emissões de gás carbônico (CO2) preocupam o mundo todo. O Brasil é o sétimo país que mais polui no mundo. Segundo estudo da ONG Observatório do Clima, o Brasil teve alta de 8,9% nas emissões de gases de efeito estufa em 2016 em comparação com ano anterior. É o nível mais alto desde 2008 e a maior elevação desde 2004. No total, foram 2,278 bilhões de toneladas brutas de gás carbônico (CO2), contra 2,091 bilhões em 2015, o que representa 3,4% do total produzido no mundo.

Diante desse cenário, as empresas estão se conscientizando e tomando medidas para reduzir os índices e sair desse mapa de poluição. Para isso, entre as ações, está a implementação de sistema de telemetria em frotas comerciais. Assim, as empresas podem fazer a gestão de veículos em tempo real e on-line, viabilizando a tomada de decisões para reduzir, entre vários pontos, a emissão de gases poluentes.

Entre as empresas que já estão mudando a consciência ambiental, a MobiBrasil, de São Paulo, estipulou uma meta para economia de diesel e premiou 80 motoristas que conseguiram atingir o valor determinado. O consumo de combustível foi medido por meio da tecnologia de telemetria, implantada em quatro linhas da empresa em setembro de 2017, pela MiX Telematics, uma das maiores empresas de telemetria e gestão de frotas do mundo.

Além de economizar combustível, a MobiBrasil deixou de emitir 107,46 t de CO2 ao meio ambiente, apenas com o programa implantado nestas quatro linhas durante quatro meses. As informações são da MiX Telematics.

Quem usa
De acordo com Bruno Santos, diretor de Vendas e Serviços da MiX Telematics, pelo fato de o Brasil ser um país continental – e, por isso, ter grandes distâncias para o transporte de cargas – e ainda ter uma economia instável, muitas empresas buscam tecnologias para otimizar o transporte e a logística de produtos, bem como reduzir custos.

“Já no caso de empresas que transportam pessoas, seja nas cidades ou pelas cidades, além de minimizar custos e acidentes, há a procura pela redução da emissão de gases poluentes. Diante disso, a telemetria surge como a melhor opção para fazer a gestão das frotas de qualquer porte e finalidade”, completa.

Santos destaca que empresas de vários segmentos usam os sistemas de gestão de frotas da MiX Telematics, como Coopertrans (cooperativa de transporte de produtos químicos), Triunfo Concebra (concessionária de rodovias), Transmagno (transporte pesado de oil&gas), além de empresas de transporte de passageiros.

A telemetria
A telemetria é uma tecnologia que permite a medição e comunicação de informações do interesse do operador ou desenvolvedor de sistemas. O recurso acaba se tornando um aliado dos transportadores, pois as informações relativas à condução do veículo são transmitidas à base de monitoramento.

Com isso, é possível identificar e corrigir hábitos dos motoristas, identificar situações que podem expor o veículo, a carga e o próprio condutor a riscos e otimizar o desempenho de cada veículo.

FONTE: http://www.revistamundologistica.com.br/noticias/emissao-de-carbono-pode-ser-reduzida-com-uso-da-telemetria

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Copa do Mundo: 4 lições de gestão que podem ser aprendidas com o evento

Um dos maiores eventos esportivos do planeta, a Copa do Mundo da Fifa é um acontecimento tão grandioso que demanda investimento de tempo, dinheiro e muito planejamento. Em 2018, o torneio acontece na Rússia, um país com proporções continentais e a gestão da logística é um dos principais cuidados para que toda mobilização de pessoas e cargas ocorram sem problemas.

Devido a suas particularidades e complexidade em sua execução e preparação, a Copa do Mundo pode resultar em lições importantes e que podem ser aplicadas – em menores proporções, claro – no mundo corporativo. Conheça quatro delas:

1. Entenda as particularidades do processo

Durante o período do evento, o país sede recebe um volume muito alto de torcedores, membros das delegações participantes, membros da organização do evento, e jornalistas. Além disso, os jogos são realizados em diferentes cidades, o que gera um grande fluxo de pessoas se deslocando entre as localizações. Isso faz com que seja preciso movimentar materiais, produtos e infraestrutura para atender cada etapa da competição, desde equipamentos a alimentos para bares e restaurantes que costumam lotar durantes os dias de partida.

Detalhes como esses também fazem parte de outros processos, como compras de insumos ou a distribuição de matérias-primas para as indústrias. Compreender o cenário, identificar os principais agentes e suas respectivas demandas é um dos primeiro passos para se fazer uma avaliação do planejamento logístico necessário para cada fase.

2. Identifique as variáveis e prepare-se de acordo

Os países que desejam sediar uma Copa do Mundo devem considerar o desenvolvimento de uma infraestrutura logística para suprir todo o fluxo de movimentação, investindo em mobilidade urbana e expansão de modais de transporte, além de outros aspectos importantes para realização do evento.

Para criar controles e monitorar a execução, uma das estratégias é fazer um mapeamento prévio de todas as variáveis envolvidas no processo, e direcionar ações preventivas e corretivas para quaisquer situações que possam surgir no futuro.

3. Leve em conta a satisfação e percepção do público

O aumento do foco na gestão é decorrente do cenário competitivo entre as empresas, que se esforçam para melhorar o nível de serviço e reduzir custos. A administração da logística está diretamente ligada aos resultados das organizações. Atrasos nas entregas, erros na preparação e escolha equivocadas de parceiros estratégicos, como as transportadoras são fatores de alto impacto na percepção dos clientes em relação ao atendimento das empresas, podendo significar até mesmo a revisão ou quebra de um contrato. Da mesma forma, um jogo que se atrasa porque a chegada aos estádios está desorganizada ou um ingresso que não chega a tempo para o torcedor, pode prejudicar muito a imagem do evento e de seus organizadores. 

4. Planejamento é tudo!

Diante de cenários que trazem cada vez mais desafios para o dia a dia das companhias, o principal aprendizado trazido por esse tipo de evento é a importância do planejamento prévio e estruturado para conseguir prever, medir, controlar e se adaptar as variáveis existentes na logística. Quanto mais preparado e maduro estiver seu processo, mais fácil é a adequação aos imprevisto e a execução da operação com controle dos impactos em custos.

por André Gonçalves

FONTE: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/copa-do-mundo-4-licoes-de-gestao-que-podem-ser-aprendidas-com-o-evento/125254/

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